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11/05/2011 - 17:04h

Especial: o que você pode esperar de "Brink"?

DivulgaçãoSer diferente as vezes pode ser um truque arriscado... ou corajoso!

O game "Brink" já há algum tempo vem prometendo revolução dentro do gênero FPS (tiro em primeira pessoa). Com informações aos montes e jogabilidade interessante, certo hype se criou em torno do jogo, algo perigoso, pois quando as expectativas são estratosféricas, dificilmente algo consegue superá-las.

O título, produzido pela Bethesda e desenvolvido pela Splash Damage, já está disponível nas lojas mundo afora. Em uma primeira análise superficial, podemos averiguar sua recepção mediante a crítica mundial gamer, que em sua maioria foi positiva, enquanto uma minoria enraivecida simplesmente o repudiou com veemência.

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Aparentemente o game se mostra "no mínimo" interessante de se experimentar, se tratando de um FPS que sim, oferece idéias pouco usadas dentro do estilo e aposta em conceitos inusitados para um jogo do gênero. 

Primeiramente comecemos pela customização absurda nele contida. Através do Avatar Maker você pode criar mais de 102, 247, 681, 531, 000, 000 (sem bricadeira, são números oficiais) de personagens. Esta soma maluca, que só pode ser feita por um potente computador, simbolicamente mostra que os caras investiram muito tempo da produção do game na área de construção de personagens e suas variadas classes. Temos então um conceito forte neste quesito. 

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Outro ponto enfatizado ao máximo no marketing do jogo é seu estilo saltitante. Todos os personagens são, por assim dizer, gatunos e especialistas nas técnicas do Parkour. O esporte francês já foi tema do belo "Mirror`s Edge”, que se focava única e exclusivamente nos trajetos complicados, deixando de lado o sistema de tiro. Já "Brink" promete unir os dois elementos de forma única, onde realizar manobras pelos cantos e deslizar para matar seus oponentes é peça fundamental. Todo esse movimento é apoiado pela função SMART, que quando ativada, permite que você corra pelo cenário e pule obstáculos automaticamente, tornando tudo mais dinâmico. Uma jogada que pode ser perigosa, por tirar das mãos dos jogadores a execução da ação, mais ao mesmo tempo (querendo ou não) prática, pois o enfoque central no final não é a movimentação e sim se manter vivo usando ela.

A história talvez não possua um roteiro grandiosamente inovador. Nele, a população da cidade flutuante Ark se encontra a beira de uma guerra civil, sendo aterrorizada por duas facções rivais que visam seu controle. É nessa hora que as autoridades entram em cena. O resto fica fácil de imaginar.

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No final, "Brink" parece interessante, talvez interessante o bastante para ser adquirido. A jogabilidade apresentada chama atenção, a parte gráfica se mostra impecável, com um conceito e estilo diferenciado, e por aí vai. Por outro lado, inventar moda em quesitos não muito comuns para um FPS nunca deu muito certo, pois no final, a maioria dos jogadores querem se divertir atirando e não customizando seus personagens, ou seja: a perda de foco pode ser um problema grave mediante o público geral. Talvez o jogo não supere o hype dos mais empolgados, mas o que supera não é? Mas só a intenção de ser diferente já tem seu valor.

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Da Redação


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