Há seis anos, seguindo um recepção acalorada de seu antecessor, “Star Wars: Battlefront II” era lançado no mercado jogos com uma proposta interessante: misturar a dinâmica de confrontamento de “Battlefield” com as armas, sabre de luz, poderes da Força e naves espaciais de “Star Wars”. O resultado foi incrível: batalhas com tiroteios protagonizados por Stormtroopers e Droidekas, interrompidos de uma vez por Jedis superpoderosos capazes de resistir a centenas de tiros. Para completar, todos os cenários eram conhecidos da franquia e, em alguns deles, as batalhas entre naves e entre pessoas aconteciam simultaneamente, beneficiadas por um sistema descomplicado de vôo.
Esse era “Star Wars: Battlefront II”. O sucesso de crítica, no entanto, não garantiu boa rentabilidade, e a combinação de pouca variedade de jogo com competição forte por parte de “Battlefield II” e “Counter Strike” rapidamente tirou a Força de seus criadores.
Usar um Jedi/Sith no campo de batalha forrado de jogador com pistolas era diversão garantida
Daí a importância das descobertas recentes do site americano PlayStationLifestyle. Partindo de um antigo rumor de que a sequência da histórica franquia de tiro seria feita pelo estúdio Spark Unlimited, a equipe cavou um pouco e encontrou, no site dos desenvolvedores, a seguinte mensagem:
“A Spark está procurando um designer de combate sênior para uma sequência de jogo de ação/aventura em terceira pessoa em uma franquia de ficção científica altamente popular que recebeu luz verde para desenvolvimento para os mercados do Xbox 360, PS3 e PC.”
À crítica de que o estúdio poderia estar trabalhando em qualquer franquia de ficção científica, eles listam alguns contra-argumentos plausíveis. No perfil de LinkedIn do engenheiro de software John Lawrie, que até recentemente trabalhava na empersa, lê-se que ele trabalhou em “um jogo de luta de espadas em terceira pessoa não anunciado (de uma franquia muito conhecida)” enquanto esteve na Spark. É uma referência possível ao sabre de luz, marca primordial do universo Jedi. Já no perfil de um colega de trabalho, lê-se: “Tenho trabalhado por três anos em um jogo de tiro em terceira pessoa AAA que usa Unreal Engine”. Sabre de luz e tiros em terceira pessoa, então? Não há muitas franquias por aí que misturam as duas coisas. Como o próprio estúdio já admitiu repetidas vezes (e no anúncio de emprego) que está trabalhando em uma SEQUÊNCIA de um jogo, eles não podem estar inventando algo novo.
Se isso é real ou apenas uma especulação bem costurada do site, é impossível determinar neste momento. Mas, se o caso de um novo “Star Wars: Battlefront” for mesmo verdade, então parece que não teremos que esperar muito até uma confirmação. No LinkedIn de um terceiro membro da Spark, lê-se que ele está trabalhando em um “Novo projeto não anunciado! (lançamento ~2012)”.
2012? Wow! Se este for mesmo o caso, certamente ouviremos falar dele na E3. O que você acha?
Da Redação
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