“Amy” foi lançado este mês e encontrou uma crítica severa por parte de grande parcela da mídia especializada, angariando fraquíssimos 22% no agregador Metacritic. Não é um bom jogo.
Ou será que estamos errados? A desenvolvedora VectorCell publicou uma postagem no Facebook em comemoração ao lançamento do game na PSN, destacando que talvez o game não seja ruim: ele só pode ser um pouco difícil pra você. “Como muitos de vocês devem ter ouvido falar, Amy é um jogo DIFÍCIL”, diz o post, “algumas pessoas absolutamente detestam isso, enquanto outras realmente gostam”.
“Acreditamos que isso seja parte do ambiente de sobrevivência que criamos para o jogo já que quissemos fazê-lo desafiador. Entretanto, andamos ouvindo nosso público e comentários a respeito do jogo e recomendamos que os jogadores não-hardcore liguem o modo EASY por enquanto. Isso vai lhes dar uma experiência mais tranquila e suave, ainda mais que os checkpoints no jogo são bem escassos”.
Desculpa barata ou não, isso é algo para vocês decidirem. Fato é que, apesar do fracasso de crítica, “Amy” fez um barulho considerável, ainda mais vindo de uma startup francesa de pequeno porte como a VectorCell. O jogo capturou a atenção do público através de alguns trailers bem bolados e movimentou um número considerável de gamers quando a VectorCell anunciou que o preço da versão para PSN iria superar o de XBLA. E não foi de fato má publicidade: segundo a própria VectorCell, “Amy tem sido #1 nas paradas diárias da Xbox LIVE desde o lançamento em todos os maiores países, e usuários tem dados 3 ou 4 (de um total de 5 pontos) para o jogo na XBLA”. Os dados são baseados numa contagem que inclui algo em torno de 9500 jogadores.
Da Redação
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