O pagodeiro afirmou que se deixou a música no período atrás das grades
Belo falou sobre os projetos profissionais em entrevista ao jornal "Diário de S. Paulo". O pagodeiro, que lança o CD e DVD "10 Anos de Sucesso - Ao Vivo em Salvador", confirmou para 2012 a autobiografia em que promete revelar mais detalhes sobre sua vida, incluindo o tempo passado atrás das grades, e em seguida pretende lançar um filme baseado no livro.
Mas, além da música, o marido de Gracyanne Barbosa revela planos de entrar para a política, a exemplo de outros famosos. “Seria um cara essencial para a política. Nasci numa periferia e conheço a realidade dos mais pobres", disse. Ele nasceu no bairro de Saúde, em São Paulo, mas atualmente mora na Barra da Tijuca, no Rio.
Sobre a temporada preso (o cantor foi condenado a oito anos por associação com o tráfico de drogas), Belo afirmou que não pensou em abandonar a música, e que o trabalho era sua maior preocupação.
“Meu tempo na cadeia era voltado para a música. Tinha um violão e compunha. Meu trabalho era minha maior preocupação. Tinha muitas coisas gravadas e por isso continuei lançando CD", completou. "Fiquei ausente dos palcos, mas não do coração das pessoas. Mesmo longe, sempre tinha duas ou três músicas entre as mais tocadas nas rádios brasileiras. Quem passou por problemas foi o Marcelo, e não o Belo.”
Da Redação
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