L, Kira e o demônio.
Shane Black não quer deixar o fenômeno “Death Note” morrer tão cedo. O mangá, que virou animê, que virou três filmes no Japão e chegou até a se tornar uma peça teatral em São Paulo (!!!), estava para entrar em pré-produção no início do ano. Mas como o diretor, Shane Black, assumiu “Homem de Ferro 3”, a produção entrou para o limbo. Mas não morreu.
Em uma convenção de quadrinhos, Black acabou falando sobre o projeto. Segundo o Omelete, muitos dos problemas que a produção encontrou envolviam mudanças que os estúdios queriam em relação ao mangá original. Eles queriam, por exemplo, tirar o demônio, que entrega o tal ‘caderno da morte’ para o personagem central.
Na história, Kira (‘Killer’, na peculiar pronúncia japonesa), começa a assassinar todos que ele considera criminosos e, logo, todos os que ficam em seu caminho. Ele, então, passa a ser perseguido por L, o maior detetive do mundo. A história, como frisou Black em sua fala, é sobre “a criação de um vilão, a retratação de uma longa espiral descendente”.
Da Redação
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