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12/11/2011 - 08:00h

Top 5 - Conheça os melhores triângulos amorosos do cinema

Reprodução"Jules e Jim" e a famosa corrida pelo Louvre



Durante a entrevista que fizemos com os atores de “Os 3”, ainda que não tenha ido para a matéria, o Victor Mendes, o Rafael, comentou que o diretor, Nando Olival, não deu referências para seus personagens. Mas que se eles quisessem ver algo, que fosse “Jules e Jim - Uma Mulher Para Dois”, de François Truffalt, que também tem três jovens, dois homens e uma mulher, envolvidos em um triângulo amoroso.

Por conta disso, nós do Portal POP resolvemos lembrar de alguns dos melhores filmes que tenham essa complicada relação entre dois homens e uma mulher. Não se procupe, “Jules e Jim - Um Mulher Para Dois” vai aparecer. Ou, por outro lado, se preocupe, já que “Crespúsculo” não vai aparecer por aqui.

Vamos a eles:

5 - “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976)

Direto das páginas de Jorge Amado, com direção de Bruno Barreto e estrelado por Sônia Braga, como Dona Flor, José Wilker, como Vadinho, e Mauro Mendonça, como o Dr. Teodoro. “Dona Flor e Seus Dois Maridos” é um grande clássico da literatura brasileira e, logo, um grande clássico do cinema nacional.

Ainda que, quando o triângulo se forma, Vadinho seja só um espírito, mas muito presente na vida de Dona Flor, ela passa toda a história dividindo suas atenções com o sério Dr. Teodoro e o libertino Vadinho.



4 - “Sonhadores” (Dreamers, 2003)

Aqui, também uma série de referências à “Jules e Jim”. Mas, dessa vez, o homenageador é ninguém menos que Bernardo Bertolucce, que volta à França de seu “O Último Tango em Paris”, para mostrar a turbulência política dos anos 60. O filme é centrado no casal de irmãos, que fazem uma série de insinuações incestuosas, formado por Eva Green e Louis Garrell. Eles adotam o americano interpretado por Michael Pitt e, juntos vivem todo o amor que aquele mundo permitia.



3 - “E Sua Mãe Também” (Y Tu Mamá También, 2001)

Este foi o filme que mostrou Diego Luna e, principalmente, Gael Gárcia Bernal para o mundo. Em “E Sua Mãe Também” acompanhamos dois amigos convencerem uma mulher mais velha à partir junto à eles para uma praia distânte. Como não poderia deixar de ser, ao longo do caminho eles aprendem sobre si mesmos através do amor e da decepção.

A direção é de Alfonson Cuarón, que voltou a filmar em seu México natal depois de ter feito “Grandes Esperanças” e “A Princesinha” nos EUA.



2 - “Jules e Jim - Uma Mulher Para Dois” (Jules et Jim, 1962)

Infelizmente, este não é o primeiro lugar. Mas é por uma boa causa, você vai ver. “Jules e Jim” é um dos grandes clássicos da Nouvelle Vague, o movimento de vanguarda do cinema francês dos anos 60, ao lado de “Acossado”, de Jean-Luc Goddard. O filme é baseado no livro homônimo e ligeiramente auto-biográfico de Henri-Pierre Roché.

Ao longo da história, acompanhamos dois grandes amigos, interpretados por Henri Serre (Jim) e Oskar Werner (Jules). Ambos se apaixonam por Chatherine, interpretada pela belíssima Jeanne Moreau. Todo o filme se passa no contexto bohêmio pré-segunda guerra mundial.



1 - “Casablanca” (1942)

Um dos maiores clássicos da história do cinema, ainda hoje é capaz de emocionar quem consegue se deixar levar pela história. No filme, acompanhamos Rick Blaine, interpretado por Humphey Bogart, como sempre impecável, dono de um bar em Casablanca, no Marrocos. Tudo vai bem até que ele precisa ajudar um antigo amor, papel de Ingrid Bergman, à fugir para os EUA junto a seu atual marido. Ele superará a dor da separação anterior para fazer uma boa ação? Ainda mais com os nazistas em cima?

No fim, eles sempre terão Paris.

P.S.: A mensão honrosa fica com Cate Blanchet, Bruce Willis e Billy Bob Thorton em "Vida Bandida". O filme é bacana, mas não chega a ser uma obra prima do cinema.

Luiz Gustavo Vilela

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