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04/01/2012 - 08:32h

Roger Ebert diz porque os americanos foram menos aos cinemas

DivulgaçãoRoger Ebert é o principal nome da crítica de cinema internacional

2011 foi um dos piores anos para o cinema em muito tempo. Poucas pessoas foram às salas de cinema e, não fossem os ingressos mais caros do 3D e IMAX, é possível que os estúdios tivessem amargado prejuízos gigantescos. Sobre isso, Roger Ebert, um dos mais conceituados críticos de cinema dos EUA, resolveu dar seu pitaco. Ele publicou em seu site uma lista de seis motivos pelos quais os cinemas viram tão pouca gente este ano.

Para começar, a falta de um filme como “Avatar” ou “Batman”, daqueles que as pessoas ‘precisam ver’. Em segundo, o preço dos ingressos, especialmente do 3D, muitas vezes desnecessário. Em terceiro, a chatice de gente conversando ou usando seus celulares durante o filme. 

Em quarto fica o preço alto e tamanho exagerado das pipocas e refrigerantes: “daria para alimentar um cavalo”, diz Ebert. Em quinto está a competição com outras formas de ver filmes, como a Netflix e o Streaming. E, por fim, a falta de opções, já que o cinema foi tomado por blockbusters. Foram poucos filmes indies ou não-americanos nos cinemas. Nem todo mundo quer ver “Amanhecer” ou “Velozes e Furiosos 5”, afinal.

O curioso é que a maior parte dessas razões pode facilmente ser aplicada no Brasil. Especialmente as pessoas conversando durante as sessões e a falta de não-blockbusters.

Da Redação

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