Além do cantor, assessora diz que genro também foi assassinado
Jacque Hollander trabalhava com James Brown como sua assessora e nunca concordou com as notícias de que o cantor morreu por parada cardíaca. Por isso, ela contratou um detetive particular que teria concluído que o músico foi, na verdade, assassinado. Em uma entrevista ao tabloide "The Globe", Jacque afirmou que nunca disse nada a esse respeito por conta das ameaças de morte que sofre.
A história fica ainda mais nebulosa quando ela fala do genro de James Brown, Darren Lumar. Jacque diz que ele foi assassinado em 2008 após dizer em uma TV que não acreditava que seu sogro havia morrido após um ataque cardíaco. "Ele ia dizer a verdade sobre o que fizeram a James Brown. Agora eu vivo com medo porque sou a única que pode trazer a verdade à tona", disse a ex-assessora.
James Brown morreu no dia de Natal de 2006. O ataque cardíaco foi consequência das complicações que o cantor teve com uma pneumonia.
Da Redação
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